Power Pilot: O mascote que conectou tecnologia, marketing e emoção

Nos bastidores do marketing da Power Tuning, nasceu um projeto à muitas mãos, que uniu inovação, estratégia e um toque de afeto: o Power Pilot, carinhosamente chamado de PP.
Criado originalmente em 2D para ilustrar um bot interno em um projeto antigo, o robozinho ganharia um novo propósito futuramente. Quando surgiu a necessidade de divulgar o lançamento do Power Pilot – a inteligência artificial da Power Tuning – lembramos desse personagem e tivemos a ideia de humanizar a comunicação, dando um rosto à nossa IA. Essa abordagem tornaria a divulgação mais acessível e criaria conexão e simpatia com o público. Assim, ele evoluiu para um assistente virtual em 3D com o uso de uma série de ferramentas de IA para a criação de imagens e posteriormente sua versão final foi modelada, de fato, em um programa 3D. O PP não apenas fortaleceu a identidade da IA da empresa, mas também abriu caminho para uma estratégia diferenciada de branding: a criação de uma pelúcia exclusiva.
A humanização da tecnologia
A ideia de transformar um assistente virtual em um personagem visualmente reconhecível está fundamentada na teoria da personificação de marca. Segundo estudos de marketing emocional, consumidores criam laços mais fortes com marcas que possuem elementos humanizados e tangíveis. De acordo com Philip Kotler – conhecido como o “pai do marketing moderno” – a diferenciação de uma marca não se dá apenas pela funcionalidade, mas também pela sua capacidade de gerar emoções e conexões afetivas com o público.
O PP é um robô, mas a ideia aqui foi fazê-lo simpático e carismático para desmistificar a “dureza” e a possível “ameaça” da IA na vida dos humanos – cicatrizes da geração que cresceu vendo Exterminador do Futuro na sessão da tarde. Mas aqui, pode relaxar, John Connor!. Ao humanizar o Power Pilot, a Power Tuning não apenas tornou sua IA visualmente mais acessível, mas também criou uma identidade visual forte para seu produto. A presença de um mascote gera reconhecimento instantâneo e fortalece a lembrança da marca.
A psicologia do mascote, a construção de memórias e PPs por todos os lados
Estudos em psicologia do consumidor apontam que mascotes influenciam a percepção e o comportamento do público. Robert Zajonc, psicólogo social, ficou conhecido por suas pesquisas sobre cognição, emoção e comportamento social. Ele estudou fenômenos como o efeito da mera exposição, que sugere que as pessoas tendem a desenvolver uma preferência por estímulos aos quais são expostas repetidamente. Isso significa que quanto mais um mascote é exposto ao público, mais ele se torna familiar e querido e essa afetuosidade influencia na percepção de marca da empresa.
Além disso, a decisão de transformar o PP em uma pelúcia fortalece outro princípio psicológico: o da memória afetiva. Daniel Schacter, um renomado psicólogo e pesquisador da memória, estudou amplamente a relação entre memória e emoção, desenhando o conceito de memória afetiva – a construção de memórias está diretamente ligada a emoções e experiências sensoriais. Ao fazer parte do cotidiano das crianças – nas brincadeiras, na hora de dormir – a Power criou um vínculo emocional com os tomadores de decisão por meio de seus filhos, inserindo a marca de forma sutil, mas impactante, na rotina familiar.
Inicialmente, a pelúcia foi desenvolvida pensando nas crianças, mas ele conquistou pessoas de todas as idades. O carisma do PP fez com que ele se tornasse um item desejado por adultos também, ampliando seu impacto e alcance.
O impacto estratégico da pelúcia do PP
A escolha de presentear clientes com a pelúcia do Power Pilot transcende uma simples ação de marketing promocional. A estratégia explora um conceito conhecido como marketing de lembrança, no qual um brinde simbólico fortalece a conexão entre marca e consumidor. Marcas como a Michelin, e seu bonequinho gordinho, ou o McDonald, com o famoso palhaço Ronald, já comprovaram o poder que um mascote pode ter na construção da identidade e fidelização de clientes.
No caso do PP, a pelúcia não apenas reforça a identidade do Power Pilot, mas também coloca a Power Tuning no dia a dia de seus clientes de maneira emocionalmente positiva. Dessa forma, enquanto a IA auxilia nas tomadas de decisão baseadas em dados, o mascote cria um vínculo que vai além do digital, trazendo a marca para um nível mais íntimo e memorável.
Nas feiras e eventos que a Power está presente, o PP é sucesso absoluto! Tanto no uso da imagem do robô na comunicação visual, quanto no encantamento que a pelúcia proporciona, o PP virou objeto de desejo por quem passa.
Conclusão
O Power Pilot não é apenas um assistente de IA, ele é a materialização da estratégia de branding da Power Tuning, que soube unir tecnologia e emoção para criar uma presença marcante no mercado. Sua evolução de “ícone de um bot interno” para um mascote físico ilustra como a tecnologia pode ser humanizada e como o marketing pode se beneficiar da psicologia do consumo para fortalecer a marca.
Ao final, o sucesso do PP não se dá apenas por sua carinha bonita, mas por sua capacidade de criar conexões reais, tocar emoções e permanecer na memória dos clientes – e de suas famílias.